Atitude é Rock’n’Roll.

10 de janeiro de 2010

Apostas para 2010.

10 de janeiro de 2010

Apenas dois nomes atualmente estão dominando a minha atenção. Elizabeth And The Catapult aposta em harmonias doces e criativas ao tempo que Cage The Elephant investe em eletricidade dançante e distorcida. Dois grupos novos e já favoritos entre tudo o que eu estou ouvindo agora.

Elizabeth & the Catapult - Taller Children

Cage The Elephant - Ain’t No Rest For The Wicked

Enquanto isso em Marte…

31 de outubro de 2009

Como eu já disse anteriormente, a vida me toma um tempo que me impede de atualizar o blog com freqüência. Parte desses compromissos eu posso adiantar que trata-se de trancafiar-se em um estúdio com a minha banda, The Children Nightmare, e afiar os interesses além de adequar um novo membro do grupo.

Confira agora nossa nova música de trabalho, “Preference”, disponível em nosso Myspace, Last.FM ou clique sobre a capa do single para realizar o download!

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As Curvas da Suécia.

31 de outubro de 2009

moa

Moa é o nome da vocalista e do grupo formado na Suécia por mais quatro amigos, sendo um baixista, um baterista, um guitarrista e um – surpreendente – saxofonista. O grupo sueco lançou essa semana seu primeiro álbum, intitulado “Do You Want Me, Death?” pelo qual vem atraindo atenções fora do seu país de origem.

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Primeiro é impossível negar a força atrativa de sua vocalista, cujo alcance vocal somado a um corpo escultural e uma performance punk agressiva atrai a atenção de qualquer mortal desavisado.

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Moa, principal responsável pelas curvas sonoras da Suécia.

Mas a sonoridade do grupo Moa agrada por não obrigatoriamente manter-se sobre a fórmula repetitiva e desgastada do punk rock, seu campo sonoro se expande agregando elementos do indie e do rock progressivo. Não é todo dia que você encontra uma banda cujos solos são de responsabilidade de um saxofonista, portanto considere isso.

O quase blues de “Hunt You Down”.

O punk agressivo de “Bulldozer”.

Até que uma boa alma disponibilize, aguardamos ansiosamente o download do primeiro e recomendado álbum dos suecos do Moa.

A série que irá substituir Lost!

21 de setembro de 2009

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Acabo de assistir ao primeiro episódio de Flashforward. Para ter uma idéia da importância dessa série saiba que ela irá substituir Lost. Então agora, para sua alegria – ou não – eu vou apontar algumas curiosidades sobre essa grande “novidade” que é Flashforward.

• Primeiro que a semelhança com Lost é absurda e isso inicialmente leva o espectador a desconfiar da capacidade de desenvolvimento da trama. A trama: Por algum motivo toda a humanidade perde a consciência por 2 minutos e 17 segundos e durante esse tempo todos vêem alguns acontecimentos do futuro.

• Por conta da perda de consciência global você já imagina uma cena de catástrofe global e um número assustador de mortes e acidentes. Por conta de todos no planeta terem tido uma visão do futuro, exatamente seis meses a partir do presente, já existe um quebra-cabeça de informações.

• Obviamente já é definida uma equipe do FBI dedicada a reunir informação e descobrir o que aconteceu e se acontecerá novamente.

• Algumas visões serão conflitos emocionais e pessoais, pelos quais alguns personagens irão se destacar pouco a pouco. Pura estratégia. Já temos um ponto em comum com Lost, por conta dessa flexibilidade com o tempo e os mistérios que isso envolve.

• Como em Lost há também os conflitos pessoais, explorando cada personagem em seu tempo certo e desenvolvendo personalidades assombradas.

• A cena inicial envolve um grave acidente, feridos, mortos e uma grande explosão. O que remete imediatamente ao início de Lost.

• Também como Lost em Flashforward inicia-se um triangulo amoroso envolvendo os principais personagens da trama.

• Um personagem carismático já é assombrado pela possibilidade de morrer no início da trama, criando um envolvimento emocional com o público.

• Obviamente como em Lost alguns mortos estão vivos no futuro.

• Também como em Lost existe uma crença obsessiva sobre o ocorrido, dividindo a opinião dos personagens quanto a quem acredita e quem não.

• Claro que como em Lost um personagem principal tem mais informação sobre o ocorrido que todos os demais.

• A série aproveita-se dos personagens para explorar ação investigativa, rotina hospitalar e ficção científica.

• Como Lost a série propõe ao espectador a possibilidade de investigar o mistério ocorrido junto aos personagens, dividindo informações. E a possibilidade de investigação deve gerar milhares de tramas paralelas sugestivas, guiando a série para um final que não seja óbvio.

• E para gerar frenesi, logo no final do primeiro episódio é descoberto que nem todos no planeta sofreram a perda da consciência. Imediatamente é determinado um grupo misterioso, como em Lost eles recebem um nome, são chamados de “Os Acordados”.

Para quem não acreditava, como eu, Flashforward tem 99% de chance para ocupar a vaga de Lost, com 99% de chance de sucesso com a mesma fórmula. A meu ver a fórmula de Lost ainda não se encontra desgastada e Flashforward irá aproveitar-se disso utilizando inclusive atores de Lost.

Flashforward está aprovada e eu já estou ansioso pelo próximo episódio.

Esse provavelmente é um dos shows imperdíveis deste ano.

21 de setembro de 2009

Faith No More - Evidence.

Projetos Pessoais.

1 de setembro de 2009

Eu já disse anteriormente, mas não apresentei nada até agora. Eu faço parte de uma banda e paralelamente tenho dois outros projetos.

Para quem tem alguma experiência em fazer parte de uma banda, imaginar três projetos paralelos ao mesmo tempo pode inicialmente parecer exagero, egocentrismo ou excesso de tempo livre. Mas eu garanto que a realidade não condiz com nenhuma das três percepções.

Seria – particularmente – uma tolice desenvolver três projetos semelhantes. Portanto eu garanto que nenhum dos três projetos apresenta elementos em comum, sendo um ou outro integrante apenas repetindo-se na formação, mas isso deve-se a outros fatores.

É um prazer pessoal apresentar os projetos nos quais faço parte ou idealizei, mas também é com tristeza que aviso que ainda boa parte encontra-se em desenvolvimento. Graças a tecnologia é possível apresentar uma amostra do que está por vir, e aproveitar o contato e a curiosidade humana para coletar impressões, críticas e elogios, portanto sinta-se a vontade para expressar suas impressões.

Os três projetos que participo resume-se a uma banda de rock alternativo com letras em inglês, um projeto individual que explora a música eletrônica experimental e uma nova banda – ainda em formação – com um repertório próprio em português, com influências globais em sua harmonia musical.

A banda de rock alternativo chama-se The Children Nightmare, ou simplesmente “TCN” e possui forte influência de bandas americanas e inglesas da década de noventa, como Smashing Pumpkins, Blur, Supergrass e Sonic Youth. Atualmente essa banda encontra-se em estúdio, gravando seu primeiro álbum profissional com dez faixas com lançamento previsto apenas para o primeiro semestre de 2010.

Como amostra eu apresento dois vídeos, sendo um com o registro da banda nos bastidores do estúdio e uma apresentação ao vivo.


Versão demo da música “Robotz”.

Meu projeto eletrônico é uma paixão individual pela exploração de novas sonoridades. Foi combinando programações e abusando da criatividade que o The One One Two nasceu. Entre experimentos há dois remixes especiais, feitos a partir de músicas do duo The Kills e da artista Zee Avi.


Remix para a música “CHEAP AND CHEERFUL” do grupo The Kills

Muito feliz eu disponibilizei gratuitamente para download o primeiro EP do projeto The One One Two. São cinco músicas, sendo dois remixes, reunidos no EP “Artificial Exhibition”. Para realizar o download, basta clicar sobre a capa do EP.

Desde 2006 eu tenho desenvolvido um repertório próprio em português, experimentando diversas sonoridades globais para a harmonia musical. Hoje já conto com dez músicas originais, sendo que os demos serão registrados agora em estúdio, para posteriormente ser definido os demais integrantes da banda que irá desenvolver o projeto profissionalmente. No momento o projeto chama-se Deluche, mas nada ainda é definitivo.


Registro da música “O Grande Circo”.

Trilha Sonora do Momento.

1 de setembro de 2009

Me diz como não gostar da pequena notável Florence and The Machine?

Acontece.

1 de setembro de 2009

sorry

Durante algum tempo eu estive enfrentado algumas dificuldades pessoais, as quais me tomaram tempo e dedicação além do necessário. Retomo agora as atividades com as últimas novidades. Obrigado pela paciência e audiência.

A agressão literária de Ana Paula Maia.

29 de julho de 2009

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Ainda é cedo, mas já posso declarar que pelos capítulos iniciais o novo trabalho da escritora revelação Ana Paula Maia é assustador. Leitura gástrica, ácida e dosada com a preocupação de quem deseja prender a respiração e a atenção do leitor até o último parágrafo. Ana também é responsável pelo talvez melhor título de livro do ano - Entre Rinhas de Cachorros e Porcos Abatidos.

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A escritora Ana Paula Maia.

Se estiver indeciso quanto a escolha do seu próximo livro, eu recomendo esse lançamento de olhos fechados.